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2019 round 2: quero alavancar minha carreira, mas por onde começar?

carreira por onde começar - cmov

 

O segundo semestre de 2019 começou oficialmente e isso deixa muita gente de cabelo em pé. Afinal, o que fazer se ainda não estou no lugar que gostaria? Será que ainda dá tempo de alavancar a minha carreira neste ano?

A resposta para a última pergunta é sim. Mas vamos ver por onde começar?

Continue lendo e veja alguns passos práticos e fundamentais para não perder tempo e alcançar o seu objetivo.

Como cheguei até aqui?

Se você começou o ano empolgado para promover mudanças na sua vida profissional, mas até agora não viu muita coisa acontecer, é preciso parar um pouco. Você consegue identificar em qual etapa sua jornada parece ter tido mais obstáculos?

“Meu currículo não é selecionado”

“Não consigo passar nas entrevistas”

“Ainda me falta experiência”

E aí? Você se reconheceu dentro de alguma dessas situações? Então vamos ver o que pode ser feito para mudar essas situações.

 1. Reveja sua meta de carreira

Ter uma meta de carreira significa que você tem um objetivo profissional definido. Só depois de saber onde você quer chegar é possível planejar aquilo que deve ser feito para que você alcance o que procura.

 

“Se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve”. Lewis Carroll

 

Depois de avaliar a sua meta de carreira, você terá como identificar os pontos positivos e aqueles que precisam ser melhorados no seu perfil profissional. Uma boa forma de começar é identificando quais as competências necessárias para a carreira que você busca.

É possível aprender as competências técnicas por meio de cursos. Além dos cursos presenciais, a tecnologia EAD está aí para ajudar e existem muitos sites, inclusive gratuitos, onde você pode procurar por aperfeiçoamento.

Também é legal procurar referências na área pretendida. Muitos profissionais mantêm blogs, ensinam por meio de palestras e cursos.

Já as competências comportamentais podem ser desenvolvidas por meio de técnicas específicas e atividades práticas. Pode ser um voluntariado ou a leitura de materiais indicados para aprimoramento.

2. Comece a pensar seriamente no seu networking

De acordo com pesquisas do LinkedIn, cerca de 80% das vagas são fechadas por meio de indicação. Só que isso não acontece com pedidos diretos ou através de uma caça aos recrutadores, mas sim com um networking de qualidade.

A base do networking é uma troca onde ambos os lados são relevantes. No momento em que você aposta na qualidade das suas relações, ajudando sempre que possível e mantendo um contato direto, aumenta suas chances de ser lembrado, pois passa a ter relevância dentro da sua rede de contatos.

Uma boa dica é não ter medo de compartilhar os seus conhecimentos. Oportunidades que você nem imaginava podem surgir por meio de uma conversa ou da troca de experiências.

3. Busque a experiência que precisa

Talvez você precise olhar para as atividades que desenvolve de uma outra maneira. Boa parte da experiência exigida, principalmente para cargos que ressaltam soft skills, pode ter sido adquirida através de outras áreas. Não necessariamente de uma atividade semelhante a que você quer exercer.

Quando pensamos nas profissões que não existiam há algum tempo, podemos identificar profissionais oriundos das mais diversas áreas. Em algum momento, para ocupar esses cargos, eles demonstraram aptidões desenvolvidas ao longo da carreira e que casavam com as necessidades desses novos postos.

Você já pensou que pode desenvolver liderança por meio de um projeto na sua comunidade? E capacidade de criar e inovar participando de um projeto de extensão? Abra a cabeça e saiba como demonstrar aquilo que aprendeu.

4. Reflita sobre o seu currículo

Se você perdeu as contas de quantos currículos já entregou nesses primeiros 6 meses, mas ainda assim não participou de uma entrevista, talvez seja a hora de rever alguns pontos.

Além de considerar a dica sobre networking, é preciso saber se o seu currículo está de acordo com a vaga que está buscando. Volte para a primeira dica e pense: você tem uma meta de carreira? Ou na hora de colocar o seu objetivo profissional você aponta diversas áreas sem relação alguma?

Objetivo profissional: trabalhar como secretária, professora, ajudante de cozinha ou contadora.  

Dois caminhos levam a este erro.

a) A sua situação financeira está complicada e por isso você acha que não está em condições de escolher a área. Então quer demonstrar que “pode ser qualquer coisa”.

Solução: siga a descrição da vaga e faça a sua candidatura de acordo com o cargo que está aberto, demonstrando que tem as competências necessárias para conquistar aquela vaga.

b) Você não sabe bem onde quer atuar.

Solução: neste caso, invista o seu tempo em definir a sua meta de carreira, mesmo que futuramente você possa mudar de ideia.

5. Esteja preparado (a) para a entrevista

E depois de todos os seus esforços, eis que surge aquele convite para uma entrevista. O que você faz?

 

A) Lê tudo que pode sobre a empresa

B) Ensaia em casa para organizar ideias

C) Pensa sobre exemplos caso para competências comportamentais exigidas

 

Se você responderia sim para essas opções, tem uma boa chance de se dar bem. Mas e se você chegar lá e ver que o processo é totalmente diferente do que esperava? Muitas vezes essa surpresa ocorre porque os candidatos não estão preparados para os diferentes tipos de entrevistas.

Para facilitar, aqui seguem exemplos dos principais tipos de entrevistas.

Entrevista por competência

  • Aqui um dos principais objetivos é avaliar as competências comportamentais dos candidatos. Por isso, esteja preparado para questionamentos a respeito de suas atitudes e posicionamento em determinadas situações.

Entrevista coletiva

  • Como o nome sugere, você será entrevistado junto a outros candidatos. Aqui, contam pontos positivos demonstrar inovação e expressar opiniões sem desrespeitar o momento do outro candidato.

Estudo de caso  

  • É quando o candidato é desafiado a propor uma solução para um problema ou situação. São avaliadas as ideias criativas e a forma como o candidato explica os detalhes da proposta.

Entrevista de Triagem  

  • Esse tipo de entrevista busca avaliar o que foi apresentado em etapas prévias, como seleção de currículos e selecionar profissionais alinhados com a empresa. Aqui, a dica é ser preciso, objetivo e nunca falar mal das experiências anteriores.

6. Não esqueça da inteligência emocional

Os estudos do psicólogo PhD de Harvard e conhecido como o principal precursor do conceito de Inteligência Emocional, Daniel Goleman, apontam que temos dois tipos distintos de inteligência: QI (Quociente Intelectual) e QE (Quociente Emocional).

E por que isso importa neste momento da sua vida? Segundo Goleman, O Quociente Emocional influencia em até 80% nas chances de sucesso na vida de uma pessoa. Bastante, não é mesmo?

Então, desenvolver a Inteligência Emocional é aprimorar a capacidade de identificar nossas próprias emoções e aquelas das pessoas que estão nosso redor. Com isso, tornamos o mais simples o caminho para conquistar nossos objetivos.

Diante de uma mudança profissional, a inteligência emocional vai ajudar a manter o foco nos seus objetivos e, não menos importante, a manter a motivação.

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