Design-Thinking-Carreira

O que Design Thinking tem a ver com a sua Carreira?

Uma das maneiras de cumprir uma agenda ESG de forma eficiente, é optar por colocar o “S” em prática.

O auxílio aos jovens profissionais, através de iniciativas realizadas dentro dos programas de porta de entrada, possibilita um impacto social com resultados que podem transformar a vida dos jovens de forma única.

O desenvolvimento das soft skills e a orientação de carreira são maneiras efetivas de impacto social com duração de longo prazo.

Entre estas orientações, diversos conceitos podem e devem ser aplicados com a finalidade de esclarecer e direcionar cada indivíduo na construção de uma carreira significativa para o mercado de trabalho.

Um destes conceitos é a ligação do Design Thinking com a construção de uma carreira Grande parte das pessoas passam parte de sua vida insatisfeitas com a carreira profissional que escolheu para seguir. Mas por quê se descobre um erro na escolha da carreira anos depois? E o que Design Thinking tem a ver com isso? Escolher qual carreira seguir não é tarefa fácil.


Mais complexo ainda, é quando não se tem acesso a todas as informações necessárias para a tomada de  uma decisão tão importante quanto essa. Escolher pode implicar em selecionar algo que já existe. Por que não estimular a tentativa de construção, ao invés da escolha? Quando o próximo passo de uma carreira é encarado esta perspectiva, abre-se o horizonte de “explorar” ao invés de “escolher” um futuro.

É aí que o Design Thinking: Uma metodologia de inovação que ajuda a construir soluções para problemas complexos. Problemas que não têm respostas nem certas nem erradas. Saber o que fazer ou qual carreira seguir é um desafio complexo. O Design Thinking prevê um processo de 5 passos que pode te ajudar nessa jornada.! 

O primeiro passo do Design Thinking é a Empatia

“Apenas quando você entende as necessidades profundas de seu cliente é que você pode começar a desenhar soluções para seus problemas”. Só que neste caso o cliente é o profissional E a principal ferramenta para fazê-lo entender suas necessidades é a curiosidade.

Para isso, é importante que os seguintes questionamentos sejam incentivados: “Que tipo de atividade gosto de fazer no meu dia a dia?”; “O que gosto de fazer no meu tempo livre?”, “Que causas fazem sentido para mim?”, “O que me dá realmente prazer?”, “No que sou realmente bom?”. Como sugestão, pode-se orientar que o profissional faça um log diário das atividades que lhe dão prazer e depois analise cuidadosamente essa lista.

O segundo passo do Design Thinking é a Definição

Uma vez respondidas as perguntas acima, é preciso organizar e sintetizar as informações, para que seja possível definir o problema de uma forma mais específica.  Perguntar-se qual deve ser o próximo passo da carreira é muito genérico.

Uma vez que  os interesses, competências, pontos fortes, fortalezas e causas, é possível buscar entender quais carreiras se destacam nessa direção. Este pode ser um caminho para explorar um caminho para explorar. Estimular a exploração de um caminho é importante, mesmo que depois, o profissional descubra um caminho que faça mais sentido para seguir.

O terceiro passo do Design Thinking é a Ideação

Nessa fase do Design Thinking  busca-se criar ideias para solucionar o problema. Essa é a hora de abrir novamente as possibilidades, mas dentro do caminho escolhido para explorar.

Criar uma lista de pessoas que tenham carreiras parecidas com aquelas que o profissional gostaria de seguir. Estimular a pesquisa sobre essas pessoas, visitas a sites de cursos online, conversas e a listagem de possibilidades de carreiras. Determinados critérios ajudam a delimitar as possibilidades e escolher uma carreira para prototipar.

O quarto passo do Design Thinking é o Protótipo

Por que esperar anos para descobrir que uma determinada carreira não é ideal? Será que não tem um jeito de saber isso agora? De testar carreiras hoje?

O protótipo serve exatamente para isso. Para se ter a vivência hoje de uma possível carreira no futuro. Essa é a fase de ir a fundo no protótipo da carreira. Orientar que o futuro profissional, converse com pessoas que estão atuando nessas áreas. Perguntar-lhes o seu dia a dia, seus desafios, sua formação, suas competências mais relevantes. Participar de conferências, workshops, buscar fazer projetos nessa área, mesmo que de forma voluntária é uma excelente maneira de prototipar a carreira.

Neste momento, é importante que se faça o possível para ganhar “insights” do mundo real. É sobre ir além de apenas ler um artigo ou pensar sobre a carreira. Através de cada atividade que fizer parte do período de protótipo, o profissional aprenderá sobre os prós e contras dessa carreira e será capaz de tomar decisões mais certeiras para seguir em frente.

O quinto passo do Design Thinking é o Teste

Essa etapa é uma continuação da fase do protótipo. A cada nova experiência, aprende-se mais sobre as premissas individuais usadas para “construir” o protótipo de carreira. Neste período é possível redesenhar novos protótipos com as novas informações adquiridas no período de teste e fazer que esse processo seja interativo e de aprendizado contínuo para que o profissional possa estar mais seguro de seu próximo passo de carreira.

Conclusão

A vantagem de utilizar o processo de Design Thinking para ajudar profissionais a pensar em suas carreiras é que se estimula o aprendizado e o melhor, de forma rápida. O processo de construção de carreira torna-se mais leve e gerando pistas cada vez mais certeiras de qual caminho seguir. O que pode ser um alívio para o peso de uma decisão importante para a carreira profissional e gera impacto social de longo prazo.

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